segunda-feira, outubro 10, 2005
Origem do número 7


Até aos nossos dias, muita gente, quando escreve o numero 7, ainda ofaz,colocando uma pequena barra horizontal (traço) suplementar, na metade daperna do algarismo.Oficialmente, este pequeno traço não existe, como dá para constatar,digitando a tecla 7 do teclado do seu computador, calculadora ouqualqueroutro aparelho que possua teclado.Agora eu coloco esta questão:
vocês sabem a origem deste costume??
Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos temposbíblicos,quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os 10mandamentos.
Em voz alta, ele foi-os anunciando à multidão, um por um.Quando chegou no sete, Moisés disse:
- Não desejarás a mulher do próximo!Um breve silêncio e a multidão rompeu, gritando em coro:
- Risca o sete, risca o sete!!!!
sábado, outubro 08, 2005
sexta-feira, outubro 07, 2005
I LOVE THIS GAME!
Incrível!!!
Quando hoje ouvi a minha filha vomitar, fiquei preocupado e perguntei à minha mulher:
"Foi comida?"
"Foi, mas vai casar..."
quinta-feira, outubro 06, 2005
quarta-feira, outubro 05, 2005
terça-feira, outubro 04, 2005
"Alcunhas do meu País" - Parte III
"Pichota d'Areia Mijada
Na escola, o Armando era um bexigoso. Eram pústulas tão grandes e disformes, que o próprio Armando chegava a confundir algumas com o seu próprio nariz. Uma, em especial, era um depósito do mais fétido e rançoso pus de que há memória. Aliás, o professor deHistória usou o Armando numa apresentação sobre a peste negra. Assustador. Mas não era só como borbulhento que o Armando era conhecido. Ele era também um punheteiro. Punheteiro, mas com um ritual. No balneário do ginásio, tinha por hábito espremer as borbulhas todas da fronha. Faltava às duas aulas seguintes, só para poder escarafunchar devidamente naquelas furna à escala. Depois, ainda apanhava um ou dois pontos negros, juntava a enxúndia toda e tocava uma zumbinha, usando o sebo como lubrificante. Detanto untar o pau com acne, a própria pichota acabou bexigosa – lembro-me até que ele a tratava carinhosamente por “Zé Pintinhas”. Aquilo parecia uma castanha pilada, caralho! Ao aliviar a coceira, arrancava as crostas, maneira que, por alturas do 2º Período, omadeiro do Armando parecia corroído pelo caruncho. Vem daí a alcunha “Pichota d'AreiaMijada”. Parecia uma flauta paradoxal: tinha uma data de buraquinhos para se pôr os dedos, mas, quando soprada, a única nota que se ouvia era “sug! sug!”. O tarolo do Armando permanece, até hoje, desfigurado. Mas, como nem tudo na vida é azar, farta-se de fazer dinheiro: é a imagem publicitária de uma marca de queijo suíço.
Esguicha-Granizo
Esta alcunha – que podia perfeitamente ser um apelido alentejano – granjeou-a um colegado meu avô. De seu nome Andrade, era um homem permanentemente atacado por lassidão intestinal. Uma diarreia tal, que fazia com que cada peido seu, por mais inocente e discreto, transformasse uma cueca numa embalagem postal. Farto disso, e já sem dinheiro para roupa interior, o Andrade resolveu auto-medicar-se radicalmente ee svaziou uma caixa de Ultra-Levur em meia-hora. Ora, a auto-medicação é como o autobroche: muito poucos conseguem levar a cabo em termos e, invariavelmente, acabam por se magoar. No caso do Andrade, as consequências foram dramáticas. O químico não se limitou a actuar no sistema digestivo e transbordou para outras paragens. Afectou uma data de funções biológicas, mormente a do sistema caralhal. Resumindo: em vez de se limitar a endurecer o cocó, o remédio foi longe de mais e, entre outras coisas, acabou por também tornar rija a langonha. O resultado está bom de ver, claro. Cada punheta doAndrade transformou-se numa saraivada de berlindes de nhanha. Aquilo era uma granizada tal, que o Andrade não se vinha, o Andrade chovia! Parece que o gajo ainda tentou disfarçar, mas a quantidade de azulejos rachados na casa de banho dos homens começou a levantar desconfianças. A confirmação veio quando a Celeste – a muda da reprografia, que aviava o pessoal da repartição, em troca de um nata e uma meia de leite, na pastelaria lá da rua – apareceu com hematomas vários na cara, um olho vazado e dois dentes partidos. Normalmente, ninguém desconfiaria. Sucede que, no entanto, o Rocha – da contabilidade, que costumava bater em pegas – estava de férias. A suspeita recaiu sobre o Esguicha-Granizo e ele teve de confessar. A vergonha fê-lo despedir-se e o meu avô nunca mais ouviu falar dele. Mas conta-se por aí que teve um desfecho triste: casou três vezes – o sonho dele era ter filhos – e às três mulheres furou os ovários. Acabou sozinho e foi encontrado morto na sua casa-de-banho, calças pelos tornozelos e um hematoma na fonte, causado por um cristal de meita. Acidente ou suicídio? Ninguém sabe."
Na escola, o Armando era um bexigoso. Eram pústulas tão grandes e disformes, que o próprio Armando chegava a confundir algumas com o seu próprio nariz. Uma, em especial, era um depósito do mais fétido e rançoso pus de que há memória. Aliás, o professor deHistória usou o Armando numa apresentação sobre a peste negra. Assustador. Mas não era só como borbulhento que o Armando era conhecido. Ele era também um punheteiro. Punheteiro, mas com um ritual. No balneário do ginásio, tinha por hábito espremer as borbulhas todas da fronha. Faltava às duas aulas seguintes, só para poder escarafunchar devidamente naquelas furna à escala. Depois, ainda apanhava um ou dois pontos negros, juntava a enxúndia toda e tocava uma zumbinha, usando o sebo como lubrificante. Detanto untar o pau com acne, a própria pichota acabou bexigosa – lembro-me até que ele a tratava carinhosamente por “Zé Pintinhas”. Aquilo parecia uma castanha pilada, caralho! Ao aliviar a coceira, arrancava as crostas, maneira que, por alturas do 2º Período, omadeiro do Armando parecia corroído pelo caruncho. Vem daí a alcunha “Pichota d'AreiaMijada”. Parecia uma flauta paradoxal: tinha uma data de buraquinhos para se pôr os dedos, mas, quando soprada, a única nota que se ouvia era “sug! sug!”. O tarolo do Armando permanece, até hoje, desfigurado. Mas, como nem tudo na vida é azar, farta-se de fazer dinheiro: é a imagem publicitária de uma marca de queijo suíço.
Esguicha-Granizo
Esta alcunha – que podia perfeitamente ser um apelido alentejano – granjeou-a um colegado meu avô. De seu nome Andrade, era um homem permanentemente atacado por lassidão intestinal. Uma diarreia tal, que fazia com que cada peido seu, por mais inocente e discreto, transformasse uma cueca numa embalagem postal. Farto disso, e já sem dinheiro para roupa interior, o Andrade resolveu auto-medicar-se radicalmente ee svaziou uma caixa de Ultra-Levur em meia-hora. Ora, a auto-medicação é como o autobroche: muito poucos conseguem levar a cabo em termos e, invariavelmente, acabam por se magoar. No caso do Andrade, as consequências foram dramáticas. O químico não se limitou a actuar no sistema digestivo e transbordou para outras paragens. Afectou uma data de funções biológicas, mormente a do sistema caralhal. Resumindo: em vez de se limitar a endurecer o cocó, o remédio foi longe de mais e, entre outras coisas, acabou por também tornar rija a langonha. O resultado está bom de ver, claro. Cada punheta doAndrade transformou-se numa saraivada de berlindes de nhanha. Aquilo era uma granizada tal, que o Andrade não se vinha, o Andrade chovia! Parece que o gajo ainda tentou disfarçar, mas a quantidade de azulejos rachados na casa de banho dos homens começou a levantar desconfianças. A confirmação veio quando a Celeste – a muda da reprografia, que aviava o pessoal da repartição, em troca de um nata e uma meia de leite, na pastelaria lá da rua – apareceu com hematomas vários na cara, um olho vazado e dois dentes partidos. Normalmente, ninguém desconfiaria. Sucede que, no entanto, o Rocha – da contabilidade, que costumava bater em pegas – estava de férias. A suspeita recaiu sobre o Esguicha-Granizo e ele teve de confessar. A vergonha fê-lo despedir-se e o meu avô nunca mais ouviu falar dele. Mas conta-se por aí que teve um desfecho triste: casou três vezes – o sonho dele era ter filhos – e às três mulheres furou os ovários. Acabou sozinho e foi encontrado morto na sua casa-de-banho, calças pelos tornozelos e um hematoma na fonte, causado por um cristal de meita. Acidente ou suicídio? Ninguém sabe."
Transcrito de "O Meu Pipi"
Esta está demais, têm que ler!!!
Mandam as regras que nunca se vai para um motel com a legítima. Não só não
tem piada, como pode causar sérias perturbações familiares...
Josefa não aguentou e teve de contar à sua amiga Lurdes:
- O teu marido foi visto num motel.
A Lurdes abriu a boca e arregalou os olhos. Ficou assim, uma estátua de
espanto, durante um minuto, um minuto e meio. Depois pediu detalhes.
- Quando? Onde? Com quem?
- Ontem. No Discretu's.
- Com quem? Com quem?
- Isso eu não sei.
- Mas como era a gaja? Era alta? Magra? Loira? Pernas boas? Rabo grande?
Mamas arrebitadas...
- Não sei, Lu.
- O Carlos Alberto vai-mas pagar. Olaré, se me paga !!
Quando o Carlos Alberto chegou em casa, a Lurdes anunciou que iria deixá-lo.
E contou porquê.
- Mas que história é essa, Lurdes? Então não te lembras quem era a mulher
que estava comigo no motel era tu, minha tonta !!!
- Claro que me lembro !! Maldita hora em que eu aceitei ir lá ao Discretu's
dar uma rapidinha! Toda a cidade já sabe que tu estiveste lá com uma gaja
!!! Ainda bem que não me identificaram...
- E agora?
- Agora ?? Agora vou ter que te deixar !! É óbvio? É o que todas as minhas
amigas estão à espera que eu faça. Não sou mulher de ser enganada pelo
marido e não reagir.
- Mas tu não foste enganada. Quem estava contigo era eu, o teu marido!
- Mas isso é pormenor e elas não sabem disso!
- Eu não acredito, Lurdes! Tu vais acabar o nosso casamento por causa disso?
Pelo que as outras mulheres pensam ???
- Vou!
Mais tarde, já quando a Lurdes estava a sair de casa, com as malas, o Carlos
Alberto chamou-a. Estava sombrio, taciturno...
- Acabo de receber um telefonema - disse - Era o Mendes.
- O que ele queria?
- Fez mil rodeios, mas acabou por me contar. Disse que, como meu amigo,
tinha que me contar.
- O quê?
- Que tu foste vista a sair do motel Discretu's ontem, com um homem, e que
de certeza não foi coisa boa.
- O homem eras tu!
- Eu sei, mas eu não fui identificado.
- Mas não lhe disseste que eras tu?
- O quê? Para os meus amigos ficarem a pensar que vou a um motel com a minha
própria mulher? Deus me livre de tal coisa!!
- E então?
- Desculpa, Lurdes, eu não queria, mas...
- Mas o quê???
- Vou ter que te dar uma carga de porrada...
tem piada, como pode causar sérias perturbações familiares...
Josefa não aguentou e teve de contar à sua amiga Lurdes:
- O teu marido foi visto num motel.
A Lurdes abriu a boca e arregalou os olhos. Ficou assim, uma estátua de
espanto, durante um minuto, um minuto e meio. Depois pediu detalhes.
- Quando? Onde? Com quem?
- Ontem. No Discretu's.
- Com quem? Com quem?
- Isso eu não sei.
- Mas como era a gaja? Era alta? Magra? Loira? Pernas boas? Rabo grande?
Mamas arrebitadas...
- Não sei, Lu.
- O Carlos Alberto vai-mas pagar. Olaré, se me paga !!
Quando o Carlos Alberto chegou em casa, a Lurdes anunciou que iria deixá-lo.
E contou porquê.
- Mas que história é essa, Lurdes? Então não te lembras quem era a mulher
que estava comigo no motel era tu, minha tonta !!!
- Claro que me lembro !! Maldita hora em que eu aceitei ir lá ao Discretu's
dar uma rapidinha! Toda a cidade já sabe que tu estiveste lá com uma gaja
!!! Ainda bem que não me identificaram...
- E agora?
- Agora ?? Agora vou ter que te deixar !! É óbvio? É o que todas as minhas
amigas estão à espera que eu faça. Não sou mulher de ser enganada pelo
marido e não reagir.
- Mas tu não foste enganada. Quem estava contigo era eu, o teu marido!
- Mas isso é pormenor e elas não sabem disso!
- Eu não acredito, Lurdes! Tu vais acabar o nosso casamento por causa disso?
Pelo que as outras mulheres pensam ???
- Vou!
Mais tarde, já quando a Lurdes estava a sair de casa, com as malas, o Carlos
Alberto chamou-a. Estava sombrio, taciturno...
- Acabo de receber um telefonema - disse - Era o Mendes.
- O que ele queria?
- Fez mil rodeios, mas acabou por me contar. Disse que, como meu amigo,
tinha que me contar.
- O quê?
- Que tu foste vista a sair do motel Discretu's ontem, com um homem, e que
de certeza não foi coisa boa.
- O homem eras tu!
- Eu sei, mas eu não fui identificado.
- Mas não lhe disseste que eras tu?
- O quê? Para os meus amigos ficarem a pensar que vou a um motel com a minha
própria mulher? Deus me livre de tal coisa!!
- E então?
- Desculpa, Lurdes, eu não queria, mas...
- Mas o quê???
- Vou ter que te dar uma carga de porrada...
Verso ou prosa
A professora estava a ensinar aos seus alunos a diferença entre Verso e Prosa:
- Verso é tudo aquilo que rima e prosa não tem rima. Por exemplo:
Atirei um limão à água,
de pesado foi ao fundo,
os peixinhos responderam:
viva El-Rei D. Pedro Segundo.
- Rimou, então é verso. Luizinho, dá-me um exemplo de prosa.
- A batatinha quando nasce fica espalhada pelo chão, menina quando dorme põe a mão na cabeça.
- Muito bem, não rimou, então é prosa. - Diz a professora.
De seguida a professora pede a Joãozinho para recitar um verso.
- Joãozinho é a tua vez, recita um verso.
Eu tenho uma professora,
que se chama Marilu,
ela tem muito cabelo
no...
- A senhora professora quer que eu termine em prosa ou em verso?
E a professora desesperada diz: - Em prosa. Em prosa.
E Joãozinho completa: - Na rata.
- Verso é tudo aquilo que rima e prosa não tem rima. Por exemplo:
Atirei um limão à água,
de pesado foi ao fundo,
os peixinhos responderam:
viva El-Rei D. Pedro Segundo.
- Rimou, então é verso. Luizinho, dá-me um exemplo de prosa.
- A batatinha quando nasce fica espalhada pelo chão, menina quando dorme põe a mão na cabeça.
- Muito bem, não rimou, então é prosa. - Diz a professora.
De seguida a professora pede a Joãozinho para recitar um verso.
- Joãozinho é a tua vez, recita um verso.
Eu tenho uma professora,
que se chama Marilu,
ela tem muito cabelo
no...
- A senhora professora quer que eu termine em prosa ou em verso?
E a professora desesperada diz: - Em prosa. Em prosa.
E Joãozinho completa: - Na rata.
segunda-feira, outubro 03, 2005
"Consultório Sexual"
"Vou pôr em dia a correspondência, respondendo a algumas perguntas que me foramchegando por mail.
"Há alguma técnica para se conseguir fazer auto-broche? Se sim, qual?" T. E. (Damaia)
Resposta: Meu amigo, essa questão é tão velha como a humanidade. Desde temposimemoriais que os homens buscam uma forma de executar auto-broche. As mulherestambém, para poderem deixar de o fazer. Grandes putas. Creio que a única maneira de,não sendo contorcionista, conseguir fazer auto-broche é extraindo cirurgicamente doisou três pares de costelas. Pelo menos, é isso que eu vou fazer. A operação é daqui a duassemanas, mas já a marquei há seis anos. Este nosso sistema de saúde é mesmo umamerda. Pode um gajo morrer para aqui com falta de broche que ninguém se importa. Apropósito, não se admirem se daqui a duas semanas eu deixar de escrever durante unstempos.
"Quais são, para si, as melhores técnicas de punheta?" D. S. (Lisboa)
Resposta: Há tantas, meu Deus. Revelo aqui apenas uma, que tenho vindo a utilizar maisrecentemente. Quando o gajo que vive comigo está cá em casa, tenho que ir esgalhá-lapara a casa de banho, sentado na sanita. Mas, previamente, esfrego uma boa posta debacalhau (o Riberalves é o ideal, mas o Pascoal, apesar de ultra-demolhado, também servemuito bem) nos joelhos. Para quê? No fim da sarapitola, a contracção faz com que medobre para a frente. Ora, como os meus joelhos cheiram a cona, esguicho com renovadoânimo e potência. Qualquer dia ainda lasco o estuque do tecto!
"Ouvi duas vezes seguidas uma música do Elton John e gostei. Serei homossexual?" C. F(Lisboa)Resposta: Sim."
"Há alguma técnica para se conseguir fazer auto-broche? Se sim, qual?" T. E. (Damaia)
Resposta: Meu amigo, essa questão é tão velha como a humanidade. Desde temposimemoriais que os homens buscam uma forma de executar auto-broche. As mulherestambém, para poderem deixar de o fazer. Grandes putas. Creio que a única maneira de,não sendo contorcionista, conseguir fazer auto-broche é extraindo cirurgicamente doisou três pares de costelas. Pelo menos, é isso que eu vou fazer. A operação é daqui a duassemanas, mas já a marquei há seis anos. Este nosso sistema de saúde é mesmo umamerda. Pode um gajo morrer para aqui com falta de broche que ninguém se importa. Apropósito, não se admirem se daqui a duas semanas eu deixar de escrever durante unstempos.
"Quais são, para si, as melhores técnicas de punheta?" D. S. (Lisboa)
Resposta: Há tantas, meu Deus. Revelo aqui apenas uma, que tenho vindo a utilizar maisrecentemente. Quando o gajo que vive comigo está cá em casa, tenho que ir esgalhá-lapara a casa de banho, sentado na sanita. Mas, previamente, esfrego uma boa posta debacalhau (o Riberalves é o ideal, mas o Pascoal, apesar de ultra-demolhado, também servemuito bem) nos joelhos. Para quê? No fim da sarapitola, a contracção faz com que medobre para a frente. Ora, como os meus joelhos cheiram a cona, esguicho com renovadoânimo e potência. Qualquer dia ainda lasco o estuque do tecto!
"Ouvi duas vezes seguidas uma música do Elton John e gostei. Serei homossexual?" C. F(Lisboa)Resposta: Sim."
transcrito de "O Meu Pipi"
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