segunda-feira, março 16, 2009
terça-feira, março 10, 2009
Deixo-vos a minha solidariedade, o que é pouco, mas não tenho mais para dar
O Presidente da República admitiu esta segunda-feira em Barcelos e depois de confrontado pelo protesto de cerca de 50 trabalhadores, despedidos da TOR e da CARFER, que não tem soluções para o aumento do desemprego. Cavaco Silva limitou-se, por isso, a deixar umas palavras de solidariedade aos trabalhadores. «Deixo-vos a minha solidariedade, o que é pouco, mas não tenho mais para dar».
Assustador no mínimo, estas declarações de Cavaco Silva. Assustadora visto existirem milhares de pessoas no desemprego, muitos jovens, muitos “idosos”, que por força das circunstâncias deixam os seus locais de trabalho e perdem o pouco que conseguiram juntar ao longo de anos de trabalho. Sabemos que o fenómeno não é apenas português, sabemos que a crise é a nível mundial e q são milhares por dia em todo o mundo a perderem o emprego.
Mas revolta-me… revolta-me não a perda de emprego de milhares de pessoas, aquilo que me revolta é ver os mais altos destinatários de uma nação sentirem-se impotentes, parece que a casa pegou fogo e ninguém sabe aonde estão os baldes de água para apagar…
Cavaco foi honesto na sua declaração “que não tem soluções para o aumento do desemprego” posição honesta esta, mas assustadora, chegou altura da democracia, em que devíamos acreditar nela, invés disso notamos que estamos perdidos com ela, que nem quem manda sabe o que fazer, imaginemos que os políticos deixavam de ser demagogos, e ouvíamos o ministro das finanças, o ministro do emprego e solidariedade social e o PINO LINO “grande primaço, que já estava na altura de ir para o desemprego também”, dizerem não temos solução para a crise! Se todos os portugueses ouvissem isto choravam desalmados. É para isto que serve a demagogia, se lhes perguntássemos olhos nos olhos se acreditavam no que diziam, eles iriam fugir a sete pés da resposta, porque sabem tão bem como o Cavaco que não é verdade o que dizem.
Imaginem nos vossos empregos, dizerem aos vossos patrões não tenho solução para estes problemas… acabavam despedidos…
As classes politicas à muito estão sem orientação, o PS é o PSD, o CDS é o PS, o Bloco é uma merda, e o PCP pouco se ouve… e o PSD tem uma líder que não é líder, e recorrendo às palavras de MEDINA CARREIRA, só há confusão nos partidos e quezílias internas, porque querem todos saltar para o poleiro, no dia em que se fazem as listas para as eleições está tudo bem internamente, todos se unem e lutam pelo “bem comum”, até conseguirem os seus tachos… ou conseguirem o grande descalabro e voltarem a cortar na casaca do líder do partido como se não houvesse amanha.
A situação portuguesa é a mais grave de todas, temos um país endividado, que á custa da politica da desgovernação e da governação em sistema de tapa buracos, se vai endividar mais… é o TGV que vai dar emprego a muito branco e muito preto que para aí anda, e lógico que vai ajudar a resolver alguns problemas momentâneos de Portugal, em termos de emprego, vai resolver problemas da empresa do JORGE COELHO mota engil, subir as acções da cimpor e ajudar a estatística económica do país durante algum tempo… mas depois é preciso pagar a factura do investimento e aí o saldo não vai ser seguramente muito menos positivo, factura a pagar pos nós novamente, e pelos nossos filhos, "não sei algum dia conseguirei ter". O que me vale é que o governo continua a atirar areia para os olhos dos portugueses, e o TGV provavelmente vai parar á gaveta como o aeroporto da OTA, ou seja “jamais” teremos dinheiro para o fazer, mas vamos falar dele que sempre dá direito a notícia ofuscando outros freeport´s.
Continuamos com areia nos olhos… estão a “LAVAR OS LOGOTIPOS ÀS ESCOLAS” para que a imagem pareça nova, para que toda a gente sorria, não sei se já pensaram que a caminharmos assim não falta muito para não termos ninguém para por lá dentro. Os jovens licenciados e os outros não licenciados, estão no desemprego sem estes não há crianças, sem crianças não há escolas, sem escolas não há professores, não há contribuintes, não há estado e há uma segurança social que não funciona deixando de haver dinheiro para os poucos que conseguem trabalhar um vida inteira e descontarem, sem isto vai haver podridão, solidão e um estado caótico. A educação requer um pensamento desde o inicio, desde que são geradas crianças, na instrução, no incentivo, na progressão, na cultivação de ideias, no treino dessas ideias, na luta por objectivos. Nada disto está a ser feito, continuamos a trabalhar em estatísticas atirando areia aos olhos do povo, como é o caso das novas oportunidades pelo centro de emprego, “toma lá um diploma do 12º ano, porreiro pá” quiseste estudar até ao 8º ano, mas nós aqui no estado, damos-te a oportunidade de teres o 12º ano como de uma promoção saída de num pacote de cereais! É bem o que geramos, o mal é que nem sabemos o que estamos a gerar.
Penso que um dos graves problemas da globalização capitalista em fast forward, que tivemos nos últimos 10 anos e não falo só da globalização económica, é que fez com os valores da sociedade se alterassem de tal forma e a tal velocidade que nos perdemos, sempre ouvi dizer em cinco anos num curso de comunicação, que as mentalidades das pessoas, “as multidões são acéfalas”, são muito difíceis de alterar, nunca concordei, a cena é que esta globalização actuou sobre nós “população mundial” como uma espécie de matrix… algo que ninguém previu, algo que ninguém viu, algo que ninguém sente, mas que a todos aos poucos nos foi alterando e indignando sem muita vezes reflectirmos… mas de quem é a culpa então…
Do vendedor do produto ou da empresa que gerou o marketing do produto?
Para mim é da empresa ou seja dos governos que desenvolveram um produto, com má qualidade, do qual era fácil iludir o consumidor, havia muitas manobras de diversão no meio, acho que foi um mágico que criou este magnífico pacote.
Chego á conclusão que este país está podre, que fui enganado pelos políticos, que durante anos não criaram outro tipo de pacotes de produtos alternativos e que agora nos forçam a viver o que eles criaram e que nós durante anos fomos alimentando com o nosso voto cívico, chego à conclusão também que não temos um governo, mas sim uma excelente empresa de marketing patrocinada pelo povo, "ou como diria Manuela Ferreira leite, cidadãos", excelente empresa de marketing o tanas, é como o gato escondido de rabo de fora, vemos sempre que estamos a ser enganados.
Assustador no mínimo, estas declarações de Cavaco Silva. Assustadora visto existirem milhares de pessoas no desemprego, muitos jovens, muitos “idosos”, que por força das circunstâncias deixam os seus locais de trabalho e perdem o pouco que conseguiram juntar ao longo de anos de trabalho. Sabemos que o fenómeno não é apenas português, sabemos que a crise é a nível mundial e q são milhares por dia em todo o mundo a perderem o emprego.
Mas revolta-me… revolta-me não a perda de emprego de milhares de pessoas, aquilo que me revolta é ver os mais altos destinatários de uma nação sentirem-se impotentes, parece que a casa pegou fogo e ninguém sabe aonde estão os baldes de água para apagar…
Cavaco foi honesto na sua declaração “que não tem soluções para o aumento do desemprego” posição honesta esta, mas assustadora, chegou altura da democracia, em que devíamos acreditar nela, invés disso notamos que estamos perdidos com ela, que nem quem manda sabe o que fazer, imaginemos que os políticos deixavam de ser demagogos, e ouvíamos o ministro das finanças, o ministro do emprego e solidariedade social e o PINO LINO “grande primaço, que já estava na altura de ir para o desemprego também”, dizerem não temos solução para a crise! Se todos os portugueses ouvissem isto choravam desalmados. É para isto que serve a demagogia, se lhes perguntássemos olhos nos olhos se acreditavam no que diziam, eles iriam fugir a sete pés da resposta, porque sabem tão bem como o Cavaco que não é verdade o que dizem.
Imaginem nos vossos empregos, dizerem aos vossos patrões não tenho solução para estes problemas… acabavam despedidos…
As classes politicas à muito estão sem orientação, o PS é o PSD, o CDS é o PS, o Bloco é uma merda, e o PCP pouco se ouve… e o PSD tem uma líder que não é líder, e recorrendo às palavras de MEDINA CARREIRA, só há confusão nos partidos e quezílias internas, porque querem todos saltar para o poleiro, no dia em que se fazem as listas para as eleições está tudo bem internamente, todos se unem e lutam pelo “bem comum”, até conseguirem os seus tachos… ou conseguirem o grande descalabro e voltarem a cortar na casaca do líder do partido como se não houvesse amanha.
A situação portuguesa é a mais grave de todas, temos um país endividado, que á custa da politica da desgovernação e da governação em sistema de tapa buracos, se vai endividar mais… é o TGV que vai dar emprego a muito branco e muito preto que para aí anda, e lógico que vai ajudar a resolver alguns problemas momentâneos de Portugal, em termos de emprego, vai resolver problemas da empresa do JORGE COELHO mota engil, subir as acções da cimpor e ajudar a estatística económica do país durante algum tempo… mas depois é preciso pagar a factura do investimento e aí o saldo não vai ser seguramente muito menos positivo, factura a pagar pos nós novamente, e pelos nossos filhos, "não sei algum dia conseguirei ter". O que me vale é que o governo continua a atirar areia para os olhos dos portugueses, e o TGV provavelmente vai parar á gaveta como o aeroporto da OTA, ou seja “jamais” teremos dinheiro para o fazer, mas vamos falar dele que sempre dá direito a notícia ofuscando outros freeport´s.
Continuamos com areia nos olhos… estão a “LAVAR OS LOGOTIPOS ÀS ESCOLAS” para que a imagem pareça nova, para que toda a gente sorria, não sei se já pensaram que a caminharmos assim não falta muito para não termos ninguém para por lá dentro. Os jovens licenciados e os outros não licenciados, estão no desemprego sem estes não há crianças, sem crianças não há escolas, sem escolas não há professores, não há contribuintes, não há estado e há uma segurança social que não funciona deixando de haver dinheiro para os poucos que conseguem trabalhar um vida inteira e descontarem, sem isto vai haver podridão, solidão e um estado caótico. A educação requer um pensamento desde o inicio, desde que são geradas crianças, na instrução, no incentivo, na progressão, na cultivação de ideias, no treino dessas ideias, na luta por objectivos. Nada disto está a ser feito, continuamos a trabalhar em estatísticas atirando areia aos olhos do povo, como é o caso das novas oportunidades pelo centro de emprego, “toma lá um diploma do 12º ano, porreiro pá” quiseste estudar até ao 8º ano, mas nós aqui no estado, damos-te a oportunidade de teres o 12º ano como de uma promoção saída de num pacote de cereais! É bem o que geramos, o mal é que nem sabemos o que estamos a gerar.
Penso que um dos graves problemas da globalização capitalista em fast forward, que tivemos nos últimos 10 anos e não falo só da globalização económica, é que fez com os valores da sociedade se alterassem de tal forma e a tal velocidade que nos perdemos, sempre ouvi dizer em cinco anos num curso de comunicação, que as mentalidades das pessoas, “as multidões são acéfalas”, são muito difíceis de alterar, nunca concordei, a cena é que esta globalização actuou sobre nós “população mundial” como uma espécie de matrix… algo que ninguém previu, algo que ninguém viu, algo que ninguém sente, mas que a todos aos poucos nos foi alterando e indignando sem muita vezes reflectirmos… mas de quem é a culpa então…
Do vendedor do produto ou da empresa que gerou o marketing do produto?
Para mim é da empresa ou seja dos governos que desenvolveram um produto, com má qualidade, do qual era fácil iludir o consumidor, havia muitas manobras de diversão no meio, acho que foi um mágico que criou este magnífico pacote.
Chego á conclusão que este país está podre, que fui enganado pelos políticos, que durante anos não criaram outro tipo de pacotes de produtos alternativos e que agora nos forçam a viver o que eles criaram e que nós durante anos fomos alimentando com o nosso voto cívico, chego à conclusão também que não temos um governo, mas sim uma excelente empresa de marketing patrocinada pelo povo, "ou como diria Manuela Ferreira leite, cidadãos", excelente empresa de marketing o tanas, é como o gato escondido de rabo de fora, vemos sempre que estamos a ser enganados.
E quando ligamos para a linha de apoio ao cliente da empresa de marketing, dizem:
“Deixo-vos a minha solidariedade, o que é pouco, mas não tenho mais para dar”
Volte a tentar mais tarde.
E foi a nós que nos disseram que eramos uma geração rasca e à rasca, pois somos... pois somos... mas a culpa não foi nossa, foi dos rascas que lá estavam na altura, antes e depois.
Rui Gonçalves
segunda-feira, março 09, 2009
Mudando de assunto:As rotundas da polémica em Espinho....
Meus Amigos, as rotundas da Rua 19 e 33 com a super avenida 32 que toda a gente diz que não são rotundas, PORQUE não existe nenhuma sinalética horizontal de rotunda,de facto é preciso ter muito cuidado por existir em todas as entradas das supostas rotundas marcações no chão de APROXIMAÇÃO DE ESTRADA COM PRIORIDADE.Por isso quem circula dentro da rotunda tem prioridade.Mas será que a CÂMARA SE ESQUEÇEU?NÃO TEM DINHEIRO NEM PRA UNS SINAIS?OU SERÁ QUE O RESPONSÁVEL PELA SINALÉTICA SE CHATEOU DO SINAL E QUERIA ALGO DE DIFERENTE EM ESPINHO?
É PRA FUGIR DA ROTINA O PESSOAL NÃO PERCEBE NADA!!!LOLO
É PRA FUGIR DA ROTINA O PESSOAL NÃO PERCEBE NADA!!!LOLO
Mais um Absurdo da Igreja
A Igreja Católica excomungou os envolvidos no aborto de uma menina de 9 anos no interior de Pernambuco. A excomunhão foi anunciada ontem pelo arcebispo de Olinda e de Recife, dom José Cardoso Sobrinho. De acordo com a polícia, o padrastro da criança já confessou que abusava da miuda.
Mas atenção ao padrasto não lhe aconteceu nada.
Como é possível a igreja reagir desta maneira.Estava em jogo a vida de uma criança (em risco de vida)e a pessoa que abusou dela não lhe aconteceu nada.
Enfim a maluquiçe dos padres acho que DEUS não reagiria dessa forma.
Mas atenção ao padrasto não lhe aconteceu nada.
Como é possível a igreja reagir desta maneira.Estava em jogo a vida de uma criança (em risco de vida)e a pessoa que abusou dela não lhe aconteceu nada.
Enfim a maluquiçe dos padres acho que DEUS não reagiria dessa forma.
Somente em Portugal.....
O Ministério da Educação (ME) solicitou à empresa JP Sá Couto a remoção do software associado à aplicação de um jogo instalado no computador ‘Magalhães’, na sequência da detecção de variados erros ortográficos considerados “intoleráveis”.
Com o intuito de solucionar o problema nos computadores já distribuídos, a Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC), entidade responsável pela análise do software, concebeu um manual de instruções que possibilitará a desinstalação do programa de forma imediata, por pais ou professores.
'Tivemos a preocupação de ver os menus iniciais deste programa, mas não vimos as instruções', referiu Teresa Evaristo, directora da DGIDC. Por sua vez, o secretário de Estado Adjunto da Educação, Jorge Pedreira, mostrou-se surpreendido com os erros no ‘Magalhães’, mas garantiu que 'não é pelo facto de um programa de jogo didáctico ter erros que diminui a utilidade e a importância do projecto' do ‘Magalhães’.
A tradução para português do programa educativo GCompris foi feita por um emigrante português em França, que tem a 4ª classe. Ao ‘Expresso’, José Jorge disse que 'ninguém até hoje' reviu a versão que criou. 'O problema da tradução é que nenhum português de Portugal se dedicou a ela', disse.
Com o intuito de solucionar o problema nos computadores já distribuídos, a Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC), entidade responsável pela análise do software, concebeu um manual de instruções que possibilitará a desinstalação do programa de forma imediata, por pais ou professores.
'Tivemos a preocupação de ver os menus iniciais deste programa, mas não vimos as instruções', referiu Teresa Evaristo, directora da DGIDC. Por sua vez, o secretário de Estado Adjunto da Educação, Jorge Pedreira, mostrou-se surpreendido com os erros no ‘Magalhães’, mas garantiu que 'não é pelo facto de um programa de jogo didáctico ter erros que diminui a utilidade e a importância do projecto' do ‘Magalhães’.
A tradução para português do programa educativo GCompris foi feita por um emigrante português em França, que tem a 4ª classe. Ao ‘Expresso’, José Jorge disse que 'ninguém até hoje' reviu a versão que criou. 'O problema da tradução é que nenhum português de Portugal se dedicou a ela', disse.
domingo, março 08, 2009
sexta-feira, março 06, 2009
crise chega ao parlamento, até os deputados se passam da cebeça
Socialistas e sociais-democratas voltaram a entrar em confronto directo, só que desta vez ultrapassou os limites do razoável. Dos habituais ataques verbais, surgiram ofensas e ameaças que poderiam ter passado para a parte física.
O tema do debate eram os painéis solares, no entanto, algo que, aparentemente, não tinha 'sumo' suficiente para gerar burburinho, acabou por servir de rampa de lançamento para uma perigosa troca de galhardetes entre socialistas e democratas.
O CDS atacou o Governo, acusando-o de favorecer determinadas empresas e bancos, e o socialista Afonso Candal saiu em defesa do seu partido. Quem não gostou dessa aitude foi José Eduardo Martins, que não se privou de falar por cima do deputado do PS.
O tema do debate eram os painéis solares, no entanto, algo que, aparentemente, não tinha 'sumo' suficiente para gerar burburinho, acabou por servir de rampa de lançamento para uma perigosa troca de galhardetes entre socialistas e democratas.
O CDS atacou o Governo, acusando-o de favorecer determinadas empresas e bancos, e o socialista Afonso Candal saiu em defesa do seu partido. Quem não gostou dessa aitude foi José Eduardo Martins, que não se privou de falar por cima do deputado do PS.
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
quinta-feira, fevereiro 19, 2009
CENSURA

Uma sátira ao computador Magalhães gerou o "primeiro acto de censura ao Carnaval de Torres Vedras" ao ser mandada retirar pelo ministério público. Trata-se do “primeiro acto de censura ao Carnaval de Torres Vedras depois do 25 de Abril de 1974” sublinhou o presidente da câmara de Torres Vedras Carlos Miguel contactado pelo Oesteonline. A autarquia “vai acatar a ordem do ministério público que é para retirar o monumento até às 15.30H desta tarde” adiantou o autarca.Em causa, alegadamente, está o facto de “a sátira ao computador Magalhães vir acompanhada de mulheres nuas, à semelhança aliás do que já sucedeu com um programa televisivo de humor”, explicou fonte camarária.Em Torres Vedras a sátira social é uma constante quer no “Monumento” quer nos carros alegóricos atraindo dezenas de milhar de foliões nesta época festiva.Esta tarde vai ser retirada "a parte alusiva ao Magalhães do Monumento".
quinta-feira, fevereiro 12, 2009
Façamos de conta
Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?).
Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo. Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês.
Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu.
Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média.
Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação.
Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo.
Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva".
Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda).
Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport.
Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal.
Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também.
Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus.
Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores.
Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República.
Façamos de conta que não há SIS.
Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso.
Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos.
Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa.
A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.
Mário Crespo
(in JN)
Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo. Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês.
Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu.
Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média.
Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação.
Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo.
Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva".
Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda).
Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport.
Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal.
Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também.
Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus.
Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores.
Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República.
Façamos de conta que não há SIS.
Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso.
Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos.
Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa.
A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.
Mário Crespo
(in JN)
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
quinta-feira, fevereiro 05, 2009
British Psicho...
O actor Christian Bale perdeu a cabeça durante as filmagens do novo filme da saga «Exterminador». Segundo a BBC News, Bale enfureceu-se com o facto de uma cena ter sido interrompida por um elemento da produção.
Visivelmente irritado, Christian Bale gritou com o visado, o director de fotografia Shane Hurlbut. O actor que interpreta o papel de John Connor disse mesmo que não voltaria a trabalhar com Hurlbut.
domingo, fevereiro 01, 2009
terça-feira, janeiro 27, 2009
sábado, janeiro 24, 2009
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